Blogue dos formandos das Novas Oportunidades - EFA -Turma P - Escola Secundária Cacilhas-Tejo
segunda-feira, 5 de julho de 2010
sábado, 3 de julho de 2010
domingo, 27 de junho de 2010
ÉS CAPAZ
Quero dedicar este poema a todas as (os) colegas que passaram pela turma P da Escola Caçilhas Tejo principalamente às oito finalistas, que me atreveria a chamar (as 8 cavaleiras do Apocalipse) entre as quais eu me encontro que com sucesso e muito trabalho terminaram o 12-º ano dos cursos EFA.
A todas vós
ÈS CAPAZ
Então devagar
Uma luz se desfaz
E algo no ar
Nos diz: és capaz
Então de repente
A gente descobre
Que se esteve ausente
Do seu lado nobre
E logo transforma!
Reescreve a norma
Altera o conceito
Dilui o efeito
Vê de outra maneira
Principia a agir
Na noite é fogueira a voz do provir.
Há sempre momentos
Na vida da gente
Em que os pensamentos
São algo aparente
Algo indefinido.
Há sempre momentos
Em que nos julgamos
Inúteis, ausentes,
Nós interrogamos
Se valeu a pena
Ou se valerá?
Tudo em nós condena.
O que se fará?
Olhamos prós outros
Que connosco estão
Tudo sabe a pouco.
A DESILUSÂO.
Lançamos em volta as acusações
Sentimos revolta
Fazemos semões!
ENTÂO,pouco a pouco
Regressa a esperânça!
Será que estou louco!
Ou onda avança
Para a descoberta
De novas estradas;
Está de novo aberta
A PORTA DAS FADAS.......
Poema de autor desconhecido
A todas vós
ÈS CAPAZ
Então devagar
Uma luz se desfaz
E algo no ar
Nos diz: és capaz
Então de repente
A gente descobre
Que se esteve ausente
Do seu lado nobre
E logo transforma!
Reescreve a norma
Altera o conceito
Dilui o efeito
Vê de outra maneira
Principia a agir
Na noite é fogueira a voz do provir.
Há sempre momentos
Na vida da gente
Em que os pensamentos
São algo aparente
Algo indefinido.
Há sempre momentos
Em que nos julgamos
Inúteis, ausentes,
Nós interrogamos
Se valeu a pena
Ou se valerá?
Tudo em nós condena.
O que se fará?
Olhamos prós outros
Que connosco estão
Tudo sabe a pouco.
A DESILUSÂO.
Lançamos em volta as acusações
Sentimos revolta
Fazemos semões!
ENTÂO,pouco a pouco
Regressa a esperânça!
Será que estou louco!
Ou onda avança
Para a descoberta
De novas estradas;
Está de novo aberta
A PORTA DAS FADAS.......
Poema de autor desconhecido
quarta-feira, 16 de junho de 2010
sábado, 5 de dezembro de 2009
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
sábado, 24 de outubro de 2009
A Dança Final
Ontem fomos assistir á peça de teatro "A Dança Final" É o retrato cruél de uma sociedade materialista e competitiva, onde as relações de poder no interior de um casamento, e as dificuldades em lidar com o envelhecimento principalmente, quando é o homem a sentir esse mesmo efeito com a impotência sexual ,que era tema central da peça. O facto de ser falado em português do brasil imprime-lhe uma dinâmica muito importante e divertida ,os palavrões utlizados tem um impacto suave não chocam. Mas também tem o lado dramático e, muito real na nossa sociedade, isso acontece quando Lisa a mulher se revolta contra o marido e o recrimina pelo seu egoismo, machismo,e o quanto a fez sofrer para satisfazer os seus caprichos sexuais durante os 25 anos de casados. E... por momentos eu revi-me no papel da Lisa e, os fantasmas que julgava adormecidos para sempre acordaram ainda vagueiam dentro de mim.
Quantas Lisas existirão por ai? a sofrer à mão do egoismo,e machismo dos Menezes que por ai andam.
Quantas Lisas existirão por ai? a sofrer à mão do egoismo,e machismo dos Menezes que por ai andam.
sábado, 19 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Não sei quem é o autor deste texto mas acheio tão lindo que não posso diexar de o partilhar com todos vós bjs.
Um jovem recém casado estava sentado no sofá, bebendo chá gelado durante uma visita ao seu pai. Ao conversarem sobre a vida, o casamento, as responsabilidades da vida, as obrigações das pessoas adultas, etc..., o pai remexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo e lançou um olhar claro e sóbrio para o seu filho.
- Nunca te esqueças dos teus amigos! Serão mais importantes à medida em que fores envelhecendo. Independentemente do quanto ames a tua família, os filhos que porventura venhas a ter, vais precisar sempre de amigos. Lembra-te de ocasionalmente ires passear, almoçar ou jantar com eles; fazeres coisas com eles; telefonar-lhes...
Que estranho conselho! Pensou o jovem. Acabo de ingressar no mundo dos casados. Sou adulto. Com certeza minha esposa e a família que iniciaremos serão tudo que necessito para dar sentido à minha vida!
Contudo, ele obedeceu ao pai. Manteve o contacto com os seus amigos e anualmente aumentava o número de amigos. Conforme os anos passavam, ele foi compreendendo que o seu pai sabia do que falava. À medida em que o tempo e a natureza realizam suas mudanças e mistérios num homem os amigos são baluartes de sua vida. Passados mais de 50 anos, eis o que aprendeu:
O Tempo passa.
A vida acontece.
A distância separa.
As crianças crescem.
Os empregos vão e vêem.
O amor fica mais frouxo.
As pessoas não fazem o que deveriam fazer.
O coração parte-se.
Os pais morrem.
Os colegas esquecem os favores.
As carreiras terminam.
MAS... os verdadeiros amigos estão lá, não importa quanto tempo e quantos quilómetros estão entre vocês.
Um amigo nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo por ti, intervindo a teu favor e esperando por ti de braços abertos, abençoando a tua vida!
Quando iniciamos esta aventura chamada vida, não sabíamos das incríveis alegrias ou tristezas que estavam adiante. Nem sabíamos o quanto precisaríamos uns dos outros.
Um jovem recém casado estava sentado no sofá, bebendo chá gelado durante uma visita ao seu pai. Ao conversarem sobre a vida, o casamento, as responsabilidades da vida, as obrigações das pessoas adultas, etc..., o pai remexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo e lançou um olhar claro e sóbrio para o seu filho.
- Nunca te esqueças dos teus amigos! Serão mais importantes à medida em que fores envelhecendo. Independentemente do quanto ames a tua família, os filhos que porventura venhas a ter, vais precisar sempre de amigos. Lembra-te de ocasionalmente ires passear, almoçar ou jantar com eles; fazeres coisas com eles; telefonar-lhes...
Que estranho conselho! Pensou o jovem. Acabo de ingressar no mundo dos casados. Sou adulto. Com certeza minha esposa e a família que iniciaremos serão tudo que necessito para dar sentido à minha vida!
Contudo, ele obedeceu ao pai. Manteve o contacto com os seus amigos e anualmente aumentava o número de amigos. Conforme os anos passavam, ele foi compreendendo que o seu pai sabia do que falava. À medida em que o tempo e a natureza realizam suas mudanças e mistérios num homem os amigos são baluartes de sua vida. Passados mais de 50 anos, eis o que aprendeu:
O Tempo passa.
A vida acontece.
A distância separa.
As crianças crescem.
Os empregos vão e vêem.
O amor fica mais frouxo.
As pessoas não fazem o que deveriam fazer.
O coração parte-se.
Os pais morrem.
Os colegas esquecem os favores.
As carreiras terminam.
MAS... os verdadeiros amigos estão lá, não importa quanto tempo e quantos quilómetros estão entre vocês.
Um amigo nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo por ti, intervindo a teu favor e esperando por ti de braços abertos, abençoando a tua vida!
Quando iniciamos esta aventura chamada vida, não sabíamos das incríveis alegrias ou tristezas que estavam adiante. Nem sabíamos o quanto precisaríamos uns dos outros.
terça-feira, 28 de julho de 2009
NÃO SEI QUANTAS ALMAS TENHO!!!
Não sei quantas almas tenho.
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem achei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem,
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que segue não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo: <>
Deus sabe, porque o escreveu.
FERNANDO PESSOA
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem achei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem,
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que segue não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo: <
Deus sabe, porque o escreveu.
FERNANDO PESSOA
terça-feira, 7 de julho de 2009
APRESENTAÇÂO ORAL SOBRE SAÚDE PAULA MARQUES
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SaúDe
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domingo, 5 de julho de 2009
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